segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Get Insane

Qual o sentido ser ser-se doido da cabeça? Sim sou. Nem se pergunta sequer isso. Decidi mais uma vez fazer algo maluco ou estranho (devido ás minhas circunstâncias). Preguiça ou não, andar á chuva é porreiro. Ok Ok. O que aconteceu foi que ao sair do autocarro continuava a chover. Apanhei com a chuva a olhar para o Céu e gostar de ficar molhada (WET). Não, não isso, simplesmente podia ter aberto o guarda-chuva, que tinha na mochila, ao envés decidi levar com a chuva. Estranho ou não, não sei.
Ps: Ando a ouvir Avril Lavigne – Dois dos álbuns mais antigos: -Under my skin & The Best Damn Thing

Tinha Saudades disto, voltei finalmente a ser eu. A ouvir Abril, a ser estranha (nunca o deixei de ser, mas pronto). Bem foi nos tempos em que a ouvia que era gótica ou sabe-se lá oque, quer dizer era mais para tras, quando era meia arrapazada. Jogava á bola, Olhava para as raparigas e andava de Skate. Ainda faço algumas destas coisas. Claro J

The Rainbow
Por de trás duma tempestade encontramos um arco-íris
L Tudo Menos Normal

domingo, 26 de janeiro de 2014

La Fiesta - Parte 3 - Men are pigs

Não importa o quanto eu fuja ou tente esquecer, vou sempre ser perseguida. Os homens estão em constante tesão. Mas alguns deles os piores, tem que aprender que nem todas as mulheres os curtem. Por exemplo as lésbicas sem dúvida que não os querem (Sim porque gostam de Mulheres #SIM#), e mesmo as que gostam de homens, esse tipo não é muito sexy, até pelo contrário é repugnante. Bêbados e drogados, eléctricos me inervam. Deixem-me em paz. Quanto mais fujo, mais eles vem. Não gosto de homens, capiche!?

Estava com as minhas amigas na pista de dança, a fumar quando vejo um homem (YUK) a olhar para mim tento desviar o olhar e não voltar a olhar. Depois o homem aproxima-se e sussurra-me umas palavras, a cerca de eu fumar. Não me lembro o que disse, mas enervou-me constantemente, embora também tenha ficado assustada. As minhas amigas perceberam e ajudaram-me a esquecer o sucedido, mas estava a tornar-se complicado já que o homem estava sempre a olhar. E Por muito que saíssemos e depois voltássemos o Homem encontrava-se com o Olhar, sabe-se lá como. No fim quando estávamos a sair lá fui agarrada no pulso por outro homem, puxei o pulso para mim. A S protegeu-me, falou com o homenzinho ainda á nossa frente. Os homens da nossa geração parecem uns porcos, ou serão só os das discotecas. PQP.

                                                    L Tudo Menos Normal

La Fiesta - Parte 2

Ainda estávamos no café, já passava da uma da manha. Estávamos á espera da aniversariante (quer dizer ela já tinha 18 anos, mas mesmo assim a festa era por ela, pela Barbie). A Patrícia demorava tanto mas tanto tempo para se vestir. E para a maquilhagem ainda mais. God. Estávamos a tentar todos agir na normalidade já que entre nós encontrava-se uma pessoa, uma rapariga e o seu suposto namorado, que tinha dito que não vinha e depois vem. Orgulho ou não, não sei. Mas pronto, não tenho nada a haver, com isso a vida é dela. Falava-se de tudo, cartas de condução, casa dos segredos, celebridades.

Finalmente a Patrícia tinha chegado, saímos do café e fomos, cumprimenta-la, como sempre ela estava uma gata. Ela ia causar um estrondo na “Moments”. Com ela estava uma Prima, o amigo da prima e a A (da nossa antiga turma). Como eramos a mais para os carros tivemos que ir nos colos e assim, no carro em que eu fui eramos uns sete. Podia ser pior. Chegamos á “Moments”, perto da entrada, á espera de mais pessoas. Entramos para a discoteca perto das 2 e tal da manha. Quando entramos, achei que aquele sítio fosse pequeno, mas cabemos lá todos, e cabiam muitos mais. Tiramos os casacos e algumas de nos as bolsas e pousamos na cena dos cabides, cobrança de 1 euro, por casaco + bolsa. Fomos para a pista, começamos a dançar em rodinha, união. 

L Tudo Menos Normal

La Fiesta - Parte 1

Sai de casa perto das 23:30, fui de carro com o meu pai como ficara combinado. Ainda tínhamos que apanhar três da minha turma por isso, íamos parar em dois sítios. Primeira paragem – Taipas, depois segunda – Vila Nova. Ir para Joane foi o pior passo entre estas tarefas todas. Não difícil de encontrar, mas sim o sitio para onde tínhamos de ir. Um dito café de churrasco, ou algo assim. Sem querer encontramos a discoteca, como sabíamos que o café ficava perto, ficamos de olhos bem abertos e depois la encontramos. Demorou bastante, mas conseguimos, bem o meu pai conseguiu. Ficamos no tal café, antes de entrar fiquei cá fora uns 5 minutos, a fumar e a falar com uma das minhas amigas. Fez-me companhia, e pusemos a conversa em dia. É bom falar, para quem não falava nada (De a não falar nada, agora falo tudo #ESTRANHO#). Depois mal entramos, vi uma lebanese, virei-me para a S e disse que o meu gaydar dizia que aquela rapariga era lebanese. Ela confirmou, disse que a conhecia, pois já jogaram futsal, na mesma equipa. Não a minha amiga não é lésbica, apenas já me tinha falado duma quantas histórias de lésbicas que jugavam futebol com ela. Que supostamente têm muita experiencia. Já estão habituadas a morar com outras mulheres, como a quem diz juntas, mas não casadas. Isso é fofo. Cruzamo-nos com umas na casa de banho. Não devem ter reparado que eu sou. A não ser que reparassem muito detalhadamente. Mas duvido. 

L Tudo Menos Normal

sábado, 25 de janeiro de 2014

FestA

Aqui me encontro a bocejar pela terceira vez. Uma grande festa se aproxima. Talvez devesse estar mais entusiasmada, mas não. Estou igual. Talvez ansiosa, nervosa e com sono, vá. Só vou sair às 23:00h de casa que rebelde. Nunca algo assim me ocorreu. Que ia eu fazer? Fugir de casa? Não, apenas ia sair, algures para um sítio onde se põe musica. Não gosto muito de sair á noite mas hoje é um dia especial por isso. Nada que eu não estivesse a precisar a uns tempos para me distrair. Hoje tinha esse dito distanciamento entre a cabeça e o resto. Ia beber até não me lembrar quem eu sou, ou o que sou, ou o que me vai pela cabeça. Não sei. Muitas horas se alevantam. Será que vou aguentar? #Continuo a comer chocolate (O pai Natal gigante do Pinheiro) como se fosse a única solução, a saída mais fácil.#
Era estranho como tantas pessoas, basicamente adolescentes se divertiam com tais coisas como festas. Isso ainda não me entrava. Mas nesta noite, iria recordar mais uma vez o gosto de liberdade e união. Tanta gente que liberta-se neste tão único e só sítio. Um momento de descarga. Raiva libertada e mais uma vez Ok com a vida.
No fim cada um volta á sua vida pacata sem desordem. Simples imagens apagam-se, ninguém se lembra do dia anterior ao da ressaca. 

L Tudo Menos Normal

Amores Impossiveis

O que chamamos de amores impossíveis? Aqueles menos prováveis ou que não são correspondidos!? Pergunta lá outra vez. Dizem que tudo é possível neste mundo, no século XX1! Não tenho assim tanta certeza. Quem somos!? Há tantas perguntas por responder. Como tornar tudo melhor, sem fazer mal a quem?
Não sei o que fazer, tantas incertezas. Poucas certezas, mas pior do que a decepção é a distância (DISTANCE IS A BITCH). Não sabemos o que é viver sem saber o porquê. Tudo que sinto são mágoas, dor, palavras a entoar na minha cabeça como se fosse para melhorar, ausência. (…) Apesar da dor, busco mais dor, só para sentir ausência dessa mesma. Ou estar dentro de mim mesma mais uma vez, voltar atrás seis anos e sentir-me outra vez naquela decepção. Sentir-me a mesma. Derrota, apenas com a plena solidão. Triste, mas feliz por ter alguém, mim mesma. Porque no final. Tudo que temos, somos nós mesmos.

Não pode haver palavras que desfaçam, memorias, lembranças, saudades. Tudo fica, tudo está lá! Tudo e só tudo, sei o que tenho. Ou talvez ainda pense que sei o que tenho. E no final tenha menos ou mais. Tudo que temos é indeterminado. Podemos estar sozinhos no dia seguinte. Certo que nós é que fazemos o nosso destino, mas mesmo assim. Uma palavra mal dita, uma expressão, um pensamento, uma emoção, um sentimento … Tudo pode levar ao fim. Ao nosso fim. Á decadência. 

L Tudo Menos Normal - Chocolate LY 

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Naya Rivera - 12. 1. 2014

Não há ninguém que me tenha ajudado como tu. Pode ser uma pessoa, que nem sequer conheço, mas a tua história e a tua personagem no Glee fez-me acreditar. Em tudo mais! Mais em mim. A aceitar-me. A finalmente dizer em voz alta "Sou Lebanese". Sou lésbica e não há problema em ser assim, porque é assim que eu sou. Sempre soube e sempre fui, mas nunca pensei a cerca disso, porque queria ser normal a toda a força, amar rapazes. Dizer amo-te e sentir-me amada. Mas não é assim que funciona. São raros os casos em que somos correspondidos, ou correspondidas. Mesmo quando o somos, é difícil aceitar ou ter um relacionamento. As pessoas são complicadas. 
Mas a Naya é tudo menos isso. A forma como ela age na vida faz-me querer um pedaço dela, um dia vou conhece-la e contar toda a minha historia. Tudo que espero é que ela vá longe porque sei que ela é capaz de qualquer coisa. 

Fizeste-me crer que amar uma rapariga não é tão mau assim. E que a verdadeira amizade ultrapassa tudo até o amor. Mesmo Brittana estando separadas, elas ficaram na mesma amigas. Tenho orgulho de ser quem sou hoje por causa dela. Ajudou-me a ainda o vai fazer mais. Obrigada por tudo.




L Tudo Menos Normal <3

Inesperadamente

Um dia algo surgiu. Uma nova amizade, algo inesperado. Já a conhecia há mais de três anos, nunca algo para falar mesmo. Sério ou não, surgiu. A confusão permaneceu na minha cabeça. Quanto mais pensava mais confusa ficava. Ainda não sei o que isto é. Se amor ou confusão. Se atracção ou ilusão. Não importa o que está a acontecer, palavras foram ditas e nada será igual. Nunca mais. Talvez esteja a exagerar com tudo. 100% De pensar nela, está na altura de parar. E apenas esquecer o que disse ou o que sinto. E viver sem exageros. Sem pensamentos obscuros e apenas buscar o que lá havia. Amizade. Há que salva-la.
Não quero mais, nunca disse que queria. Sim, talvez tenha dito ou expressado. Mas continuo sem saber o que isso é realmente. Sem relacionamentos, nunca soube o que isso é. Nem saberia. As pessoas vivem demasiado. Amam em intensidade, fingem que querem e depois desistem. Pessoas que namoram por namorar! Sempre odiei isso e enoja-me essas vidas. Querem ser amados e procurados, mas essa. Essa forma é a pior. Outra forma de ver esse mesmo assunto é que talvez eles pensem que gostam e depois procuram até encontrar. Muitas vezes nunca chegam a encontrar. Desperdício de vida e tempo.

Sabe-se lá o dia de amanha. Podemos estar mortos! Mas se soubesses o dia de amanha, mudarias o hoje? Eu não, sou demasiado cobarde para isso. Não sei o que faço. Não sei o que quero. Não sei o que sei. Talvez saiba, mas não queira aceitar. Ou esteja com demasiado medo para aceitar. E gritar bem alto “Eu te quero!”. Porque mesmo sabendo que te quero ou que preciso de ti jamais o admitiria em voz alta. 

L Tudo Menos Normal - I wish I could forget everything

domingo, 12 de janeiro de 2014

Amigas de Vida

Não importa o que aconteça ou o quanto certas amizades fiquem esquisitas. Esquisito é a nova forma de ser. De viver sem saber. Porque a amizade, se for verdadeira vai permanecer em ambos os corações. De que ilude, e de quem confunde. Quem quer amar? Amar uma amiga!? Não dessa forma, duma forma louca, em que não se para, em que tudo se devora. Não sou nada nem ninguém. Sou simplesmente um alguém. Sem saber o que fazer, como lidar. Como se controlar sem saber o motivo de o fazer. Pensamentos é tudo que tenho, tudo que posso fazer. Longe, tão longe do meu ser. Olho á distância, porque nem palavras tenho. Fico sem voz, sem saber o que dizer. Porque tudo que sou!? Tudo que sou é um embrião. Nasci! Não sei como nem porquê. Não sei fazer nada. Agir normalmente, respirar o mesmo ar que tu. Nada do que faça vai mudar o que aconteceu (ou seja nada). Tudo que sei, é que não sei absolutamente nada. As palavras, podem mudar amanha. A minha vontade é inconstante, pouco provável que eu permaneça improvavelmente. Não sei o que digo. Nunca soube. Mesmo assim continuo com, as minhas confusões. Porque o único a fazer-se é NADA. Não sei mais nada. Só o quanto quero voltar para trás reviver as últimas semana de Novembro e início de Dezembro. Voltar atrás e continuar sem sentir. Não olhar a quem. Ou para ti. Só sei que nada sei. 

L Tudo Menos Normal

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Tumblr - http://theltudomenosnormal.tumblr.com/

Decidi criar um tumblr, por isso sigam-se, que eu faço-vos o mesmo :) Embora esteja no inicio vou aprender rápido e postar lá coisas. Por isso talvez não venha aqui com tanta frequência.

http://theltudomenosnormal.tumblr.com/


See you guys later. Bjs
L Tudo Menos Normal

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Sair do Armário para a minha mãe # 10/12/2013

10 de Dezembro de 2013 - (Come out to my mother)

"O teu pai, é muito católico."
"Deficiência genética"
"Pode ser uma fase"

*Não importa o que a minha mãe disse nesse dia, mas sim a forma como ela me apoiou. Disse-me que jamais me expulsaria de casa. Sim eu já sabia isso. Mas foi bom ouvir isso dos seus lábios. No final da nossa conversa ela abraçou-me e disse que eu podia contar sempre com ela. *

Já sabia que queira contar á minha mãe á uns tempos. Andava a uma semana ou duas a dizer ás minhas amigas que eu queria dizer á minha mãe que era lebanese. Entretanto chegou este dia. Também sendo o dia dos Direitos Humanos. Como temos Ciência Politica fizemos cenas especiais para este dia, um grupo de três raparigas da minha turma fizeram uma palestra sobre a Homossexualidade. Isso consistiu em vermos um vídeo (e sim o vídeo estava tocante, perfeito) e depois era uma espécie de debate de pros e contras com uns certos tópicos.
#
-Casamentos gays;
-Adopção;                       #
-Igreja.
#
Ninguém teve a coragem para dizer que não apoiavam a homossexualidade. Embora eu saiba de pessoas que eram contra isso! Tinham medo era de falar, ou sentiam-se intimidados pois somos do 12º ano e eles do 11. Não foram honestos consigo próprios, algo que é errado. Sim participei na palestra, claro.
Então foi através deste vídeo que tiver realmente mais coragem para falar com a minha mãe. Quando cheguei a casa perto da 21.00 (já que vinha da escola de condução) comemos e eu estava com uma enorme ansiedade e medo de falar com a minha Mãe. Depois de comer quando vi que ela ia para a cama pedi para ficar que eu queria falar com ela. E claro disse á minha irmã para sair, já que esta encontrava-se na sala connosco. Parecia que ela queria ouvir do que falávamos. Disse para ela ir para o quarto, não pertencia que ela soubesse que sou lésbica. Sim é minha irmã, mas como tem a doença bipolar a qualquer momento pode se desbocar, por isso achei melhor não lhe dizer nada pelo menos por agora. Comecei a fazer rodeios enquanto tentava ganhar coragem para ir para o assunto central.
-Sabes que podes me dizer qualquer coisa. – Disse a minha mãe.
Comecei então a dizer á minha mãe que era lésbica. “Lá vem ela com as suas teorias”, foi o que quando a minha começou a pensar no que pensava. Disse muitas coisas, mas nada a me ofender profundamente. No fim demos o abraço da PAZ.
No dia seguinte disse que isto NÃO É NORMAL e comparou eu ser lésbica com a doença que já teve (cancro da mama) e com a doença que a minha irmã tem (distúrbios bipolares).

Actualmente falamos desse assunto na descontra. Ainda bem que correu bem. Sim ainda bem. A minha mãe apoia-me no que for preciso eu sei que sim. 

L Tudo Menos Normal - Happy New Year
« jamais me expulsaria de casa.»

Certezas Absulutas - L Tudo Menos Normal

Morte e Amizade
Tudo que sabemos é algo absoluto. Como a morte. Sim, Morte é a minha única certeza. Há-de vir sem sabermos quando ou porquê. Não há forma de escaparmos. Quer tenhas ou não dinheiro de nada te vai servir, sabes? Até ao dato momento achava que tinha apenas uma e só uma certeza – A MORTE.

Mas agora tenho mais uma certeza na vida – Amizade verdadeira. Ela vive e não vai embora. Graças á S, tenho mais uma certeza.

#The  real friendship never ends.# 


Love <3 ????
Talvez ainda seja uma enorme confusão a pensarmos nele. Mas o amor é complicado e nele NUNCA há certezas apenas muitas questões. Nunca saberemos controla-lo. Nem devemos tentar tal coisa. Temos apenas de deixar o tempo passar. 
Sem apressar os minutos e viver o nosso mundo como se fosse o ultimo segundo. 

L Tudo Menos Normal - More Confused