domingo, 27 de setembro de 2015

Trincas de amor (Só que NÃO)

Ontem não tinha aulas o dia todo, fiquei com a Sofia em casa, ela ia trajar, mas não se encontrou os sapatos dela. Então mudamos o nosso quarto e arrumamos algumas coisas. A Nádia e a Joana tinham ido á praxe. Depois quando chegaram eu e a Sofia estávamos na cozinha sentadas, a tomar um café e fumar um cigarro.
Chegaram e beijaram as nossas testas, foi um gesto carinhoso. A Joana sentou-se na cadeira que estava no meu lado esquerdo e a Nádia disse para eu descruzar as pernas para se sentar no meu colo, e assim foi. 

Depois quando eu fui para o colo da Nádia, ela de vez em quanto dava-me umas ferradelas nos ombros, ou nas costas, arrepiando me assim. Há coisas que não se faz. Ela estava a excitar-me mas claro que estava a gostar.

16 de Setembro de 2015 

Beijo tão desejado, roomate (25 de Setembro 2015)

O tão desejado beijo acontece, e sinto uma junção de emoções, mas ao mesmo tempo tão perto do que nunca vou ter.

A Nádia beijou-me, um bate chapas. A Joana dá-me um beijo, de seguida dá um á Nádia e diz-lhe para me dar um. A Nana dá me na face, a Jojo diz para me dar na boca.
-Mas a Sara quer-me comer. – Fico corada. – Sara queres? – A Nádia pergunta-me se eu quero um beijo, digo que sim.
-Quero.

Ela aproxima-se lentamente e damos um beijo, o tão inesperado. 

Como fico? Tentando ignorar o sucedido, como se nunca tivesse apaixonada por ela. Foda. 

Porque dói

Porque dói? Porque se não fosse real não sentiríamos tanto, mas o grande problema é que amo com demasiada intensidade. Dói, dói tanto, não poder gritar “Pára com isso!” ou “Eu faria tudo por ti, porque não me dás uma hipotse?”. Assim não dá, tê-la tão perto e não poder fazer nada, nem abraça-la e dizer que a amo! Amo-a? É isso? Ou será pura atracção de corpos!? Eu não sou nada, nem pessoa, nem ser. Só sei que a quero agora, hoje. Amanhã posso não querer, ou esquece-la de um dia para o outro. Ignorar o facto de que a quero. Quero morrer, mas não desta forma, amar alguém que não vale a pena. 

LTMN - falling for you once again

domingo, 6 de setembro de 2015

A verdade vem sempre á tona

Não adianta esconderes aquele teu segredo, aquele que te queima por dentro. Não é fácil falar com alguém. Não é fácil seres tu mesma se isso te consome por dentro.
No meu caso voltei a gostar de uma das minhas melhores amigas. Somos muito chegadas, dividimos casa, segredos, cama. Não há vergonha com a nudez... Tornamos-nos tão próximas que mais uma vez não consegui evitar me apaixonar por ela. Sei que ela não é perfeita, mas é uma flor. Já me conhece de uma forma que ninguém o faz. Sabe quando estou triste e como me animar, o mesmo acontece comigo.

-És como uma irmã para mim.

O problema é continuares uma amizade sabendo que vai demorar que a normalidade aconteça.

LTMN