Ás vezes era simplesmente uma rapariga normal, outras vezes
a minha parte homossexual apoderava-se de mim e tornava-me completamente
estranha. As raparigas da minha turma costumavam-me chamar estranha, por não
falar muito com todas as pessoas ou até vestir-me mais com a cor preta do que
elas. Mas só as minhas verdadeiras amigas é que “pensavam só que eu gostara
apenas de uma rapariga”. Era estranho ser lésbica e nunca te dito a ninguém a
verdade, ou até nunca ter beijado uma garota, mas isso era tudo que eu queria e
pensava.
Depois de o meu pai ter morrido, a minha mãe encontrou outo
homem, João e casou-se com ele. A minha mãe ganhou uma enteada e eu ganhei um
padrasto. Era estranho mas eu ainda não tinha conhecido a minha meia-irmã.
A rapariga que me levou mais á loucura foi a Jane, era da
minha turma á dois anos. No início mal falávamos, mas eu sentira logo atração
por ela pois ela era muito bonita, tinha uns longos cabelos e era loirinha com
uns olhos claros. A parte do corpo que eu mais amava na Jane era o seu cu e os
seus lábios, partes muito distintas de um corpo.
Hoje era o dia em que eu iria supostamente conhecer a minha
meia-irmã, filha do João ela estava a viver com a mãe dela. Quando a Lana chegou
eu e a minha mãe fomos logo comprimenta-la. Mal chegou fiquei colada a olhar
para ela, era tão bela, quase que parecia uma princesa. Ela apercebera-se que
eu estava a olhar para ela e olhara-me também mas eu mudara de direção.
-Ana a Lana fica no teu quarto a
dormir esta bem?
-Ok. – a minha mãe a fazer uma
pergunta como se tivesse opção, mas também não vai ser um esforço dormir com a Lana.
Eu e a Lana fomos para o quarto
fechei a porta e comecei a vestir o meu pijama, uma t-shirt e uns calções muito
justos, olhei para a Lana, vi a forma como ela tirava a camisola, como estava
de frente para mim vi que ela tinha uma tatoo a beira do peito. Os peitos dela
eram tão perfeitos e quando ela retirou as calças fiquei toda derretida ela era
tão bela e cheia de curvas.
-Tatuagem?
-Ups! Por favor não digas ao meu
pai.
-Não direi. Também gostava de
fazer uma mas a minha mãe ainda acha que sou uma criança.
-Conheço um sitio onde podes
fazer uma tatuagem sem autorização dos pais.
-Então tens que me levar lá um
dia. – sorrimos uma para a outra
-Porque é que os teus pais se
separaram?
-Eu ainda acho que foi por minha
causa, mas ele negam sempre
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